a editora
A Editora Polytheama é um polo de produção editorial voltado para temas relacionados a Cinema, Audiovisual e Memórias sob a perspectiva da diversidade e inclusão no campo da teoria e da educação. Nosso objetivo é publicar ensaios e livros didáticos, em formato de audiolivros, ebooks, e impresso, além de produzir cursos e podcasts.
Quem Somos
A editora Polytheama foi fundada no final de 2021, ainda em plena pandemia, pelas jornalistas Luiza Lusvarghi e Simone Biehler Mateos. O objetivo é reunir obras de pesquisadores, produtores culturais e artistas das áreas de Cinema, Streaming, Games e HQ que trabalham de forma independente estabelecendo parcerias para realização de projetos, com curadorias específicas.
Nosso foco é privilegiar publicações de Cinema, Audiovisual, Biografias e Memórias com ênfase no Brasil e na América Latina, lançando coletâneas e ensaios de Ficção e Não Ficção em todos os formatos (cinema, séries, games, HQ). Nós valorizamos os Estudos das Relações de Gênero e Etnia aplicados ao campo das criações cinematográficas e audiovisuais. Atualmente, estamos com o selo Phantastika, voltado para gêneros como Horror, Ficção Científica e Fantasia.
Luiza Lusvarghi é jornalista, crítica de cinema, professora e pesquisadora da Pós-Graduação em Multimeios da Unicamp (Campinas, SP), é integrante do Grupo Genecine (Grupo de Estudos Sobre Gêneros Cinematográficos e Audiovisuais), ex-diretora da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), e membro dos coletivos Elviras de Críticas de Cinema, Manifesta e + Mulheres do Audiovisual. Graduada em Jornalismo pela PUC-SP, com Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado pela ECA-USP, UFPE e ESPM SP. Autora do livro De MTV a Emetevê (2007), Narrativas Criminais da Ficção Audiovisual da América Latina (2018) e coorganizadora e autora da coletânea Mulheres Atrás das Câmeras. Cronologia das Cineastas Brasileiras de 1930 a 2019 (2018). É organizadora das coleçôes Temas e Estudos de Cinema, e do Selo Phantastika.

Simone Biehler Mateos
é jornalista hispano-catalano-brasileira com experiência em diversas áreas, especialmente em economia, ciência e tecnologia. Ganhou menção honrosa do Prêmio Wladimir Herzog (1996) pela reportagem Quem lucra com o trabalho infantil.Em Barcelona, colaborou para El Periódico de Cataluña, El Observador, La Vanguardia. No Brasil, trabalhou como repórter em O Globo, O Estado de S. Paulo e revista Atenção!. Colaborou para Veja, Isto é e Superinteressante.
É autora do livro-reportagem Fortalecendo Pessoas, Reescrevendo Histórias (2016),e coautora de Pau-brasil: a cor e o som (2016) e 100 Anos de História e Energia (2012), com Ricardo Maranhão. Como assessora de imprensa, atuou para organizações como Apex-Brasil, Ministério da Saúde, e Instituto de Psiquiatria da USP. Graduada em jornalismo pela ECA USP, tem doutorado em Economia Internacional pela Universidade de Barcelona e especialização em jornalismo científico pela Unicamp. Atualmente colabora como jornalista internacional e redatora no portal Opera Mundi.
Comitê Científico
- Alexandre Figueirôa (Unicap, PE, Brasil)
- Alfredo Suppia (Unicamp, SP, Brasil)
- Andrea Molfetta (Conicett, Buenos Aires, Argentina)
- Cynthia Tompkins (Arizona State University, AZ, USA)
- Edileusa Penha (UNB, DF, Brasil)
- Elianne Ivo Barroso (UFF, RJ, Brasil)
- Joe Straubhaar (University of Austin, Texas, USA)
- Lorena Antezana (Universidad Católica, Chile)
- Mercedes Vázquez (Universidade de Hong Kong, China)
- Tunico Amancio (UFF, RJ, Brasil)
- Valquiria Kneipp (UFRN, RN, Brasil)
Origens
A palavra polytheama vem do latim poly (muito) e do grego theama (espetáculo), e era um nome comum para os cineteatros do período silencioso. São Paulo teve o Polytheama Braz. Até hoje o principal cinema da pequena cidade de Goiana, em Pernambuco, se chama Polytheama. O Cine Polytheama, inaugurado no dia 12 de junho de 1911, foi um dos principais cinemas de Fortaleza, tendo dominado o setor de exibição da capital cearense. Foi demolido para dar lugar ao Cineteatro São Luiz, ainda em funcionamento.