a editora

A Editora Polytheama publica obras relacionadas à Cinema e Audiovisual sob a perspectiva da diversidade e inclusão no campo da teoria e da educação. O objetivo é reunir obras de pesquisadores, produtores culturais e artistas das áreas de Cinema, Streaming, Games e HQ que trabalham de forma independente estabelecendo parcerias para realização de projetos, com curadorias específicas.

Quem Somos

A editora  Polytheama foi fundada no final de 2021, ainda em plena pandemia, pela jornalista, tradutora, pesquisadora e crítica de cinema Luiza Lusvarghi. Nosso foco é privilegiar publicações de Cinema, Audiovisual, Biografias e Memórias com ênfase no Brasil e na América Latina, lançando coletâneas e ensaios de Ficção e Não Ficção em todos os formatos (cinema, séries, games, HQ). Nós valorizamos os Estudos das Relações de Gênero e Etnia aplicados ao campo das criações cinematográficas e audiovisuais. A editora possui coleções, como a Temas, e o selo Phantastika,  voltado para gêneros como Horror, Ficção Científica e Fantasia, com lançamentos em tradução, ensaios e ficção, e a publicação da revista Phantastika.

Comitê Científico

  • Alexandre Figueirôa (Unicap, PE, Brasil)
  • Alfredo Suppia (Unicamp, SP, Brasil)
  • Cynthia Tompkins (Arizona State University, AZ, USA)
  • Edileusa Penha (UNB, DF, Brasil)
  • Elianne Ivo Barroso (UFF, RJ, Brasil)
  • Joe Straubhaar (University of Austin, Texas, USA)
  • Lorena Antezana (Universidad Católica, Chile)
  • Mercedes Vázquez (University of Nottingham Ningbo, China)
  • Tunico Amancio (UFF, RJ, Brasil)
  • Marina Malfé UNA (Buenos Aires, Argentina)

Origens

A palavra polytheama vem do latim poly (muito) e do grego theama (espetáculo), e era um nome comum para os cineteatros do período silencioso. São Paulo teve o Polytheama Braz. Até hoje o principal cinema da pequena cidade de Goiana, em Pernambuco, se chama Polytheama. O Cine Polytheama, inaugurado no dia 12 de junho de 1911, foi um dos principais cinemas de Fortaleza, tendo dominado o setor de exibição da capital cearense. Foi demolido para dar lugar ao Cineteatro São Luiz, ainda em funcionamento.